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Humberto Costa recebe o título de cidadão do Recife Uma trajetória de compromisso com o povo é reconhecida pela capital pernambucana

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Recife reconhece uma trajetória de compromisso com o povo. O senador Humberto Costa recebe o título de cidadão do Recife — uma homenagem que representa o respeito de Pernambuco por quem sempre trabalhou pela saúde pública, pela democracia e pelos direitos da população. Mais do que uma honraria, é o reconhecimento de uma história construída junto com o nosso povo. Para nós pernambucanos, é uma honra ter Humberto Costa como cidadão do Recife. A homenagem foi proposta pela vereadora Kari Santos e será entregue em sessão solene na Câmara Municipal do Recife, nesta quinta-feira (26 de março), em reconhecimento à contribuição do senador para o fortalecimento das políticas públicas na capital pernambucana, com destaque para iniciativas na área da saúde, como a implantação do Samu e investimentos em hospitais da cidade. Senador por Pernambuco, Humberto Costa tem representado o nosso estado ao longo dos anos com compromisso com a saúde pública, a democracia e os direitos da populaçã...

APRENDIZADOS NÃO SE CAPTURAM, SE DECANTAM. Essa frase é bonita. Mas ela me provocou uma reflexão necessária.

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“Aprendizados não se capturam, se decantam.” Essa frase é bonita. Mas ela me provocou uma reflexão necessária. Na vida pessoal, isso faz sentido. Na política do território, nem sempre. Nos últimos anos, a extrema direita capturou presença, linguagem e convivência cotidiana nas periferias, nas igrejas, nas redes e nas comunidades. Enquanto isso, muita gente da esquerda ficou esperando a consciência “decantar”. Só que território não se espera. Território se constrói com presença. Aprendizado político também não nasce só do tempo. Nasce da convivência, da escuta e da organização no dia a dia. Quem está na base sabe disso. Não é crítica à frase. É um alerta sobre o momento que estamos vivendo. Porque a militância não pode viver apenas de reflexão. Precisa viver de presença real no povo. Seguimos aprendendo. Mas aprendendo caminhando junto. Crédito da imagem: @tanidetanise Texto: Fernando Kabral #FormacaoPolitica #Militancia #Territorio #ComunicacaoPopular #fernandokabral13

O mesmo fato, três narrativas: como diferentes mídias apresentaram a posição do Ministério da Saúde sobre o Mounjaro

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O mesmo fato, três narrativas: como diferentes mídias apresentaram a posição do Ministério da Saúde sobre o Mounjaro Por Fernando Kabral 22 de março de 2026 | 06:01 Nos últimos dias circulou em grupos políticos e redes sociais a notícia de que o governo federal não apoia, neste momento, a quebra de patente das chamadas “canetas emagrecedoras”, como o medicamento Mounjaro. A informação apareceu primeiro em veículos da mídia tradicional e depois também foi abordada por veículos do campo progressista. O fato é o mesmo. Mas a forma como cada mídia apresenta esse fato muda completamente o entendimento do público. Por isso este texto tem um objetivo educativo: ajudar a compreender como funciona a disputa de narrativa sobre políticas públicas de saúde no Brasil. Hoje, participar do campo progressista também significa aprender a ler criticamente a informação. O que disseram os veículos da mídia tradicional A cobertura da CNN Brasil destacou principalmente o argumento da insegurança...

🎵 John Lennon e Yoko Ono A cara da riqueza!! 👉 Reflexões sobre militância política e realidade social

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🎵 John Lennon e Yoko Ono A cara da riqueza!! Quem viveu essa época entende. 📅 20 de março de 2026 A imagem fala por si. Sorrisos brancos, perfeitos, dignos de outdoor. A cara de quem nunca precisou estar num bar esperando alguém terminar de comer pra comer as sobras. E a gente acredita. A gente vai. A gente tenta. Mas a vida real é outra. Somos conhecidos como o país dos desdentados. E isso não é força de expressão. Milhões de brasileiros já perderam todos os dentes, principalmente entre os mais pobres e idosos. Eu convivo há muito tempo com as dificuldades que essa realidade impõe. E sigo, como dá. Porque, muitas vezes, não tem outra alternativa. Ultimamente tenho evitado sair de casa. Tem lugares que tenho vontade de ir, mas acabo não indo — ou vou de máscara. Não é falta de orgulho do que eu sou. Muito pelo contrário. Mas a gente também representa espaços, ideias, coletivos. As pessoas se veem na política. E qualquer fragilidade vira munição nas mãos de quem quer te di...

JOHN LENNON SE AUTO SUICIDOU OU NÃO? Uma reflexão sobre os presentes, os ausentes e a vida concreta de quem continua na luta.💪🏻✊🏻

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JOHN LENNON SE AUTO SUICIDOU OU NÃO? O agradecimento aos presentes é bonito, sincero e plausível. É correto reconhecer todos que estiveram no ato de iniciativa dos moradores do SH, com a participação de diversas organizações e movimentos populares. A reflexão aqui não está no agradecimento. A reflexão surge quando observamos algo maior que vem acontecendo há muito tempo: os eventos públicos acabam criando uma divisão silenciosa entre quem pode estar presente e quem não pode. É quase um “ser ou não ser”, como na famosa frase de Shakespeare. Quem aparece existe politicamente. Quem não aparece acaba se tornando invisível. Mas a realidade concreta é muito mais dura. Nos últimos meses sobrevivemos com apenas 43,2% do salário mínimo. Ainda assim, seguimos trabalhando, assumindo responsabilidades e enfrentando cobranças muitas vezes autoritárias. Além disso, temos custos operacionais fixos, como ferramentas de trabalho e internet pré-paga, que reduzem ainda mais o valor líquido di...

AMERICAN BRAZIL: QUANDO A GENTE APRENDEU A ACHAR NORMAL

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Imagem ilustrativa que simboliza a influência cultural norte-americana no Brasil desde os anos 70. A composição mistura referências da discoteca, mídia e consumo para provocar reflexão sobre identidade e soberania cultural. AMERICAN BRAZIL: QUANDO A GENTE APRENDEU A ACHAR NORMAL A gente talvez não saiba dizer o dia exato em que tudo começou. Não teve decreto. Não teve anúncio oficial dizendo que, a partir dali, a gente começaria a pensar diferente. Mas a gente sabe quando começou a parecer normal. Final dos anos 70. Anos 80 consolidando. Anos 90 estruturando. Anos 2000 transformando em sistema. Foi quando cantar em inglês virou necessidade de sobrevivência artística. Cantor brasileiro que não cantasse em inglês muitas vezes não tocava. Mesmo sem saber falar o idioma. Era embromation mesmo. Fonética decorada para soar internacional. O grupo Pholhas é símbolo dessa época. A banda surgiu em 1969, em São Paulo, e compunha em inglês mesmo sem dominar o idioma. Eles tiveram hit g...

Estamos na luta ou apenas na sala virtual? Reflexão para os Grupos Institucionais

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Estamos na luta ou apenas na sala virtual? Reflexão para os Grupos Institucionais  Essa visão não é só aqui neste grupo institucional. Parece que essa percepção é geral em todos, ou será uma política local nordestina em que as pessoas estão dentro de uma sala virtual participando, mas não debatem? Imaginem se estivéssemos numa sala presencial com o número de pessoas que temos aqui: haveria espaço de fala para cada um? Haveria debate? Ou todos se silenciariam diante de um posicionamento colocado presencialmente? O campo virtual é uma extensão das reuniões presenciais. Mas o comportamento é completamente diferente. É óbvio que não dá para todo mundo falar ao mesmo tempo. Cada um trabalha, cada um tem seu corre-corre. Mas o grupo está aberto 24 horas por dia. E mesmo assim o debate quase não existe. Os grupos se tornaram, muitas vezes, uma espécie de depósito automático de conteúdo. Compartilha-se repetidamente, mecanicamente, sem leitura crítica. Isso gera poluição visual...

A Casa Virtual ou a Casa Vazia? Silêncio não organiza território e vitrine não ganha disputa narrativa.

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A Casa Virtual ou a Casa Vazia? Silêncio não organiza território e vitrine não ganha disputa narrativa. Eu já expliquei aqui, com todas as letras, a diferença entre campo físico e campo digital. O físico ainda é onde o voto acontece. Mas o digital é onde a percepção é construída. O digital influencia o físico. Quem está na rede influencia quem não está. A narrativa molda comportamento. E comportamento molda decisão. Eu escolhi há muito tempo estar no campo digital. E no campo federal o trabalho vem se estruturando dia após dia. Existe o time do Lula, existem outros segmentos organizados, existem núcleos de enfrentamento à desinformação, existem grupos que pensam estratégia e agem com coordenação. Pode não ser perfeito. Pode não ser centralizado. Mas existe movimento. Existe construção. Existe direção. Agora, aqui no município, a sensação é outra. Estamos numa casa virtual institucional, Mas o que se vê aqui dentro de debate real? Quase nada. Muita gente. Pouca conversa. Pou...

LULA TÁ DERRETENDO? Desde ontem circula com letras garrafais a frase: “Lula está derretendo”.

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# LULA TÁ DERRETENDO? Desde ontem circula com letras garrafais a frase: “Lula está derretendo”. A manchete se baseia na última pesquisa da AtlasIntel, feita entre 19 e 24 de fevereiro de 2026, com coleta 100% digital. Vamos aos números. Na rodada anterior da própria Atlas, em janeiro de 2026: Primeiro turno   Luiz Inácio Lula da Silva: 49%   Flávio Bolsonaro: 35% Na rodada de fevereiro: Primeiro turno   Lula: 45%   Flávio Bolsonaro: aproximadamente 38% Houve oscilação? Sim.   Isso é “derretimento”? Não. No segundo turno, os números foram: Janeiro   Lula: 52%   Flávio Bolsonaro: 45% Fevereiro   Lula: 46,2%   Flávio Bolsonaro: 46,3% Empate técnico dentro da margem de erro. Empate técnico não é derrota.   Empate técnico é impasse estatístico em cenário hipotético. Agora o ponto que quase ninguém está explicando. Essa pesquisa é 100% digital.   Ela mede o ambiente online...

REGISTRO INSTITUCIONAL – DEFESA DO MÉTODO E DA INFORMAÇÃO

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📄 REGISTRO INSTITUCIONAL – DEFESA DO MÉTODO E DA INFORMAÇÃO   📌 Conteúdo de cunho opinativo, não é para ser compartilhado fora deste grupo.   Faço este registro dentro de um grupo que considero institucional. Este espaço, gostem ou não, representa a casa virtual do Partido dos Trabalhadores em Olinda 🌹✊.   E casa institucional não pode funcionar como grupo informal de repasse automático de vídeo recortado.   Circulou aqui um vídeo atribuindo ao ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro a seguinte fala:   ❝ Eu não sou estuprador e se fosse eu estuprava mulher. Por que que eu não gosto de mulher? Eu te explico. Grande parte das mulheres no Brasil não dá bola pra sua saúde bucal ou não faz os exames do seu sistema urinário. ❞   Diante disso, a obrigação de quem leva a informação a sério é simples: checar 🔎.   O ex-presidente participou como entrevistado principal do programa Roda Viva, da TV Cultu...