Se nós não falarmos de nós, ninguém vai falar por nós.


Se nós não falarmos de nós, ninguém vai falar por nós.

✊ A esquerda precisa assumir o protagonismo da própria narrativa. A nossa história precisa ser contada por nós. Não por adversários, não por comentaristas, não por quem sempre tentou reduzir a nossa trajetória a caricatura. Somos nós que escrevemos essa história com luta, com organização, com erros e acertos, com construção coletiva ao longo de décadas. São décadas de caminhada política que mudaram a vida real de milhões de pessoas neste país. Isso não pode ficar em segundo plano. ⭐

Nós já identificamos os modos operantes do campo adversário. Politização de responsabilidade individual. Vitimização estratégica. Guerra moral permanente. Desumanização. Ampliação de ameaça difusa. Distorção sistemática. Já sabemos como funciona. Já conhecemos o roteiro. Então por que continuar retransmitindo? Por que continuar girando em torno da pauta deles? ❌

Hoje, em muitos grupos progressistas, a maior parte do conteúdo compartilhado é sobre a direita. O que disseram. O que fizeram. O que inventaram. Nós passamos o dia comentando o adversário. Isso é um *erro estratégico*. Quando retransmitimos provocação para criticar, ampliamos alcance. Quando reagimos o tempo inteiro, aceitamos o campo escolhido por eles.

🔥 Chegou a hora de parar de viver em reação e começar a viver em produção.

Temos ferramentas. Temos conhecimento. Temos dados. Temos memória. Temos tecnologia. Temos história concreta para contar. Universidades criadas. Pessoas que saíram da fome. Programas sociais que transformaram realidades. Direitos conquistados. Políticas públicas que impactaram vidas reais. Isso precisa ocupar o centro da nossa comunicação. 🌍

Essa é uma guerra híbrida. É guerra de narrativa. Quem controla o tema controla o imaginário. Se nós não narrarmos a nossa própria trajetória, alguém vai narrar por nós. E vai narrar distorcendo. ⚠️

Nós somos maiores do que a repetição automática de provocação. Precisamos cobrar das instituições, das escolas de formação política e da própria militância uma nova postura comunicacional. Precisamos chamar nosso povo para dentro do nosso campo, fortalecer identidade, apresentar projeto, apresentar futuro. 💡

Menos retransmissão. Mais construção. Menos reação automática. Mais estratégia. A esquerda tem história, tem base social, tem projeto de país. Está na hora de ocupar o espaço com o que é nosso. 🚩

E assim concluo: Se nós não falarmos de nós, ninguém vai falar por nós.

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