🎵 John Lennon e Yoko Ono A cara da riqueza!! 👉 Reflexões sobre militância política e realidade social
🎵 John Lennon e Yoko Ono
A cara da riqueza!!
Quem viveu essa época entende.
📅 20 de março de 2026
A imagem fala por si.
Sorrisos brancos, perfeitos, dignos de outdoor.
A cara de quem nunca precisou estar num bar esperando alguém terminar de comer pra comer as sobras.
E a gente acredita. A gente vai. A gente tenta.
Mas a vida real é outra.
Somos conhecidos como o país dos desdentados.
E isso não é força de expressão.
Milhões de brasileiros já perderam todos os dentes, principalmente entre os mais pobres e idosos.
Eu convivo há muito tempo com as dificuldades que essa realidade impõe. E sigo, como dá. Porque, muitas vezes, não tem outra alternativa.
Ultimamente tenho evitado sair de casa. Tem lugares que tenho vontade de ir, mas acabo não indo — ou vou de máscara. Não é falta de orgulho do que eu sou. Muito pelo contrário. Mas a gente também representa espaços, ideias, coletivos. As pessoas se veem na política. E qualquer fragilidade vira munição nas mãos de quem quer te diminuir, principalmente os nossos.
Então a gente se retrai. Some dos espaços físicos.
Mas não some de tudo.
🗣️ A gente continua nas redes. Porque a narrativa é a ferramenta. A narrativa é a arma de luta. E enquanto houver voz — mesmo que por texto, mesmo que por áudio, mesmo que atrás de uma máscara — a gente não para.
Sobrevivo com o mínimo do mínimo, e tem sido suficiente dentro do insuficiente. Como diz o ditado: o pouco com companheiros é muito. E o muito sem companheiros é nada.
Já havia parado o trabalho na praia. A saúde já não aguentava o trabalho físico todo dia. O único benefício que eu tinha foi cortado por erro de sistema — apareceu uma informação "milagrosa" que nunca existiu, e isso foi suficiente pra suspender o Bolsa Família. Já vai pra quatro anos. Entre várias tentativas, nunca foi resolvido.
E o sistema é tão perverso que faz com que até os próprios companheiros entrem nesse ciclo — quando ignoram, quando não se posicionam, quando se calam. A gente se separa. A gente se ignora. E depois não entende a desilusão de quem está fora das decisões políticas.
Só que quem está fora também faz política. Faz política ignorando… porque foi ignorado.
⚠️ Tá aí o negacionismo político crescendo todo dia.
Porque quando chega a eleição — aí lembram. Aí tem campanha, tem ato, tem pedido de voto. E a pergunta fica no ar: quanto custa votar? Por que tanta gente trata política como comércio? Porque já se sentiu como produto. É usada politicamente.
Fico imaginando um petista. Um terrivelmente petista.
Carregando a bandeira. Defendendo. Acreditando.
Mas sem motivação.
Cansa ter que se automotivar o tempo todo. Cansa ver o mesmo ciclo se repetindo. Cansa sentir que se entrega mais do que se recebe.
E mesmo assim… segue. Mais por convicção do que por entusiasmo.
Vi nas redes que hoje tem o lançamento — Marília e João, Hotel Luzeiros, Pina, às 12h. Evento aberto. Cheguei a dizer no grupo que ia.
Mas não vou. Tô desmotivado. Não só fisicamente.
Já vi esse movimento antes. No ato do PSB no Clube Português, muita gente foi chamada e o espaço não deu conta de todo mundo. Eu estava lá.
Mas sei que, no fim das contas, o que pesa mesmo é o registro, a imagem, a presença nas redes.
E é assim que a política também se organiza hoje.
No meio de tudo isso, a gente precisa encontrar um motivo pra continuar respirando politicamente.
Porque quando a gente olha certas imagens — como a de John Lennon e Yoko Ono — a gente se pergunta, reflete, e até se perde. O discurso é bonito. A mensagem é bonita. Mas a vida real é outra.
A cara da riqueza sorri do outdoor. E a gente sorri de volta — com a ponte quebrada ao meio, escondida atrás da máscara.
Num passado não muito distante, a gente dizia: "Voto até em poste se Lula mandar."
Pois bem. Mandou. E a gente votou e vai votar novamente.
E agora? Em John Lennon? Quem sabe. Em Yoko Ono? Talvez.
Mas quando chega a hora do voto de verdade — o voto de honra, terrivelmente petista, consciente, que carrega história e responsabilidade — esse motivo tem nome:
🗳️ Humberto Sérgio Costa Lima
No próximo encontro com o senador, vai ser um abraço daqueles. Apertado. De quebrar osso. Prepare-se, senador. 😄
Porque é o abraço de quem ainda está tentando encontrar motivo pra continuar nesse barco.
Claro que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é uma referência nacional. Claro que o Senado é estratégico. Mas quando a gente puxa pra vida concreta, pra vida de verdade, precisa de uma referência que sustente a caminhada. E Humberto tem isso.
Olha a trajetória desse homem. Desde que entrou nesse barco, nunca saiu. Passou por altos e baixos, deu a volta por cima e continua navegando — sem espetáculo, sem posar de celebridade, sem fazer da rede social um palco de vaidade. As postagens são institucionais, respeitosas, coerentes com o lugar que ocupa.
❤️ Esse homem tem dado sangue por Pernambuco. Fala diretamente com o militante. E a gente se sente orgulho de tê-lo representando o nosso Partido dos Trabalhadores, o nosso Nordeste.
Num tempo em que muita gente escolheu a imagem, ele continua escolhendo a trajetória.
Ele não é perfeito. Ninguém é. Eu mesmo estou longe disso. 🙂
Mas pra quem ainda acredita em alguma coisa — isso não é pouco.
🧭 Nesse ano eleitoral, ele é o nosso Norte da política.
Viva Marília! 🙂 Viva João Campos! 🙂
Juntos e juntas por Pernambuco e pelo Brasil. 🇧🇷
📝 Observação — Já passei dos 60. Vivi o jornalismo de papel. Ainda sinto o cheiro da tinta.
Um texto desse eu levaria um dia inteiro. Hoje, com a inteligência artificial — dentro da minha linha de pensamento, sem botar palavra na minha boca — saiu em minutos.
A IA não é inimiga. É parceira. Quem aprender a trabalhar junto com ela continua no jogo.
Viva o prompt. 🤖
#política #pernambuco #pt #brasil #fernandokabral13
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